




Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor... e uma borboleta. Mas Deus lhe deu um cacto... e uma lagarta. O homem ficou triste pois não entendeu o porque do seu pedido vir errado. Daí pensou : Também, com tanta gente para atender... E resolveu não questionar. Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixara esquecido. Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores. E a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta. Deus sempre age certo. O Seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado. Se você pediu a Deus uma coisa e recebeu outra, confie. Tenha a certeza de que Ele sempre dá o que você precisa, no momento certo. Nem sempre o que você deseja... é o que você precisa. Como Ele nunca erra na entrega de seus pedidos, siga em frente sem murmurar ou duvidar. O espinho de hoje... será a flor de amanhã!
Quando tudo diz que não
Sua voz me encoraja a prosseguir
Quando tudo diz que não
Ou parece que o mar não vai se abrir
Sei que não estou só
E o que dizes sobre mim não pode se frustrar
Venha em meu favor
E cumpra em mim teu querer
O Deus do impossível
Não desistiu de mim
Sua destra me sustenta e me faz prevalecer
O Deus do impossível
O Deus do impossível
Quando tudo diz que não
Sua voz me encoraja a prosseguir
Quando tudo diz que não
Ou parece que o mar não vai se abrir
Sei que não estou só
E o que dizes sobre mim não pode se frustrar
Venha em meu favor
E cumpra em mim teu querer
As pessoas, quando levam um fora, geralmente dizem que estão com dor no coração. Parece um apelo romântico, porém pesquisadores encontraram uma ligação genética entre a dor física e a rejeição social. E, isso significa que, terminar com alguém realmente pode ser doloroso. Psicólogos da Universidade de Califórnia, Los Angeles, disseram que o corpo humano tem um gene que se conecta a dor física sensitiva com a dor social sensitiva. As descobertas trouxeram de volta a teoria comum que a rejeição “dói”, mostrando que um gene regula um dos mais potentes analgésicos do corpo – mu-opióide – que foi incluindo nas experiências de dores sociais também.
O estudo indica que uma variação do receptor do gene da modulação opióide (OPRM1), frequentemente agregado com dores físicas, é associado quanto uma pessoa sente de dor social em resposta da rejeição social.
Pessoas com esse formato raro de gene são mais sensíveis à rejeição e possuem mais evidências cerebrais de aflição em resposta à rejeição do que aqueles que têm um formato comum.
Os pesquisadores coletaram amostras de saliva de 122 participantes para avaliar qual formato de gene de dor OPRM1 eles possuíam, e mediram a sensibilidade para rejeição. Os participantes completaram um levantamento que avaliava suas próprias sensibilidades a rejeição. Eles eram indagados, por exemplo, se concordavam ou discordavam com declarações como “Eu sou muito sensível para qualquer sinal que uma pessoa não queira falar comigo.”
Essa é a primeira vez que foi provado que os genes envolvidos na dor física estão ligados a rejeição social e um término de namoro. A co-autora do estudo, professora Naomi Eisenberger diz que essa sobreposição na neurobiologia da dor física e social faz sentido.